segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Amor!


Pai, pelo fato de eu se amada
e de amar;
não tenho de 
me explicar diante de Ti.
Não tenho de 
me desculpar diante de Ti.
Não tenho de me rebaixar diante de Ti.
Sabes tudo a meu respeito,
e me chamas de amiga.
Deleita-te em mim
e dizes que me amas.
Pelo fato de ser amada
e de amar, 
não preciso ficar prostrada
com o rosto em terra diante de Ti.
Sou livre para correr
para dentro do círculo de teus braços,
que estão à minha espera,
adentrar a plenitude do teu abraço e 
ser acolhida em teu regaço,
a salvo,
fortemente,
firmemente,
contra o teu coração.

Pelo fato de ser amada
e de amar,
não preciso me preocupar 
com minha resposta ou falta de resposta.
Não tenho de lutar com meu desejo de compreender.
Não tenho de lutar
com meu sentimento de indignidade.
Tudo o que tenho de fazer é
ficar sossegada,
permanecer bem perto de Ti
e permirtir que me ames
até recuperar minha integralidade.

Pai, às vezes 
a coisas mais difícil
do mundo
é ficar sossegada, 
permanecer bem perto de Ti
e permitir que me ames.
Mas pelo fato de ser amada
e de amar,
eu tento.

Aqui estou eu, Pai.
Sossegada, ao menos desta vez.
Mais perto do que jamais estive.
Esperando.
Aceitando.
Querendo.
Ama-me, Pai. 


(Sue Garmon)

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